Segundo o jornalista Luiz Bacci, a visita ocorreu há cerca de três meses. Suzane levou consigo o filho, nascido em janeiro do ano passado, fruto do relacionamento com o médico Felipe Zecchini Muniz. A intenção seria que a presença do bebê ajudasse a “amolecer” o coração do irmão e facilitasse uma reconciliação, mas o plano não surtiu efeito.
Andreas, que tinha apenas 15 anos quando os pais foram assassinados, não aceitou conversar com a irmã. Vizinhos relatam que ele enfrenta desde então sérios problemas psicológicos. “É como se ele só existisse fisicamente, a alma, a mente parecem ter ido embora junto com os Manfred e Marísia”, disse um morador próximo.
A situação quase piorou quando uma funcionária da região, que atua como caseira, afirmou que Andreas ameaçou chamar a polícia se Suzane insistisse em manter contato. O jovem optou por permanecer isolado, saindo apenas para comprar alimentos, e vive atualmente enfrentando dificuldades financeiras, apesar da herança recebida dos pais.
A chácara, onde Andreas mora há cerca de cinco anos, apresenta sinais de abandono, com mato alto e sujeira na piscina. O jovem ainda enfrenta dívidas de IPTU e mantém uma rotina de reclusão, sem intenção de se reintegrar à sociedade, segundo relatos de quem conhece sua rotina.
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