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Leizimar Silva Triers, 35 anos, é casada com Mailton, com
quem tem as trigêmeas, e mesmo passando por dificuldades
não pensou em ficar com o dinheiro.
Foto: Arquivo Pessoal/Rachel Veloso
Imagina estar com o saldo negativo na sua conta no banco e do nada serem depositados mais de R$ 2 bilhões. Foi isso o que aconteceu com a desempregada Leizimar Silva Triers, de 35 anos, mãe de quatro meninas, sendo três trigêmeas de um ano. Moradora de Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia, ela disse não ter tido dúvida em procurar a Caixa Econômica Federal para devolver o dinheiro.
Caixa informou sobre o caso ficou restrito à visualização do saldo, não tendo sido possível a realização de saques indevidos no período. (veja a nota abaixo na íntegra)
A história começou no dia 11 de abril, quando Leizimar foi consultar o seu extrato bancário no aplicativo do seu banco no celular e viu que tinha saído do saldo negativo de R$ 470 para R$ 2,28 bilhões.
“Eu fiquei surpresa demais. O lançamento foi feito no dia 11, mas eu notei no dia 13, era um sábado, e então esperei chegar segunda-feira para procurar a gerente do meu banco para entender o que tinha acontecido”, contou.
Segundo Leizimar, a gerente informou que foi um erro no sistema e que ela poderia ter que responder de alguma forma caso tivesse usado o dinheiro. Recentemente um caso de depósito por engano foi parar na polícia. Um empresário recebeu indevidamente R$ 18 milhões, em Goiânia, e tentou usar o dinheiro comprando um porsche.
“Não precisava nem do alerta dela. Eu jamais usaria um dinheiro que não era meu, tanto que tive três dias e não mexi. A gente não perde nunca quando é honesto. Vou poder contar para as minhas filhas que a mãe delas recebeu um dinheirão e devolveu. A mudança começa dentro de casa”.
Segundo Leizimar, a gerente informou que foi um erro no sistema e que ela poderia ter que responder de alguma forma caso tivesse usado o dinheiro. Recentemente um caso de depósito por engano foi parar na polícia. Um empresário recebeu indevidamente R$ 18 milhões, em Goiânia, e tentou usar o dinheiro comprando um porsche.
“Não precisava nem do alerta dela. Eu jamais usaria um dinheiro que não era meu, tanto que tive três dias e não mexi. A gente não perde nunca quando é honesto. Vou poder contar para as minhas filhas que a mãe delas recebeu um dinheirão e devolveu. A mudança começa dentro de casa”.
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