terça-feira, 22 de dezembro de 2015

FEIRA DE SANTANA: INVASORES DO RESIDENCIAL "SOLAR PRINCESA" PODEM SER EXCLUÍDOS DO PROGRAMA


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Existe denúncia de que líderes do movimento cobraram dinheiro dos invasores
 
Representantes da Caixa Econômica Federal se reuniram na manhã desta segunda-feira, 21, com o secretário municipal de Habitação, Sandro Ricardo, com a finalidade de decidir as ações em relação à ocupação do residencial Solar da Princesa Aeroporto, do Programa Minha Casa, Minha Vida, no bairro Santo Antônio dos Prazeres. Quem participa da invasão e foi cadastrado anteriormente no programa pode ser excluído.

A reunião, marcada para as 10h, tinha como objetivo iniciar negociação com os líderes da invasão. Porém, nenhum deles compareceu ao local marcado (gabinete da Secretaria de Habitação). O gerente de Habitação da Caixa, Ricardo Messias, disse que o órgão tomará as medidas cabíveis.

“Vamos entrar com um pedido de reintegração de posse e pedido de medida protetiva para os demais residenciais que estão com obras sendo executadas, para evitar novas invasões”, afirmou.

O gerente explicou que os manifestantes devem deixar o local de forma pacífica, para que não haja sanções para eles. De acordo com normativa do programa habitacional, em caso de invasões de residenciais, os invasores podem ser excluídos do cadastro.

Segundo Sandro Ricardo, a invasão é ilegal e só atrapalha o andamento da obra. “As pessoas não podem ser priorizadas por terem invadido. Nós fazemos todo processo de seleção de forma transparente. Não é pelo tempo de cadastro que são feitas as seleções. É de acordo com os critérios estabelecidos pelos governos federal e municipal”, explicou.

As obras do residencial já estavam em fase de conclusão, com 93% dos serviços efetuados. São mil unidades. A invasão ocorreu no sábado, 19, com a ocupação dos prédios por mais de mil pessoas.


DINHEIRO

Duas mulheres compareceram na sede da Secretaria de Habitação para fazer uma denúncia em relação aos líderes da ocupação no residencial Solar da Princesa Aeroporto. Segundo elas, em reuniões realizadas no Centro Social Urbano (CSU) os líderes cobraram dinheiro para as pessoas com a promessa de invasão do residencial e a conquista da casa própria. A intenção seria forçar o governo a privilegiar as pessoas que participam da invasão.


As duas mulheres assinaram uma declaração para garantir a veracidade das informações. Mais duas testemunhas também assinaram o documento, que está na Secretaria Municipal de Habitação.



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