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Maierovitch falou de doença
(Foto: ABr) |
O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (17) que os casos de contaminação por zika vírus que foram registrados no primeiro semestre são a "principal hipótese" para explicar o aumento de microcefalia na região do Nordeste.
O diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch confirmou a ligação entre as doenças em coletiva hoje. “São duas gestantes com vírus zika no líquido amniótico cujas crianças têm microcefalia. Isso nos aponta fortemente para a correlação entre as duas coisas. Mas não permite ainda descartar completamente outras possíveis causas. Não vamos afirmar ainda, com certeza absoluta, que a causa é o vírus zika”, afirmou Cláudio Maierovitch.
Segundo ele, os testes foram feitos por anminiocentese, quando o líquido amniótico é retirado do abdome da mãe. Cláudio Maierovitch informou ainda que esses testes não são feitos rotineiramente por apresentarem riscos. Outras possíveis causas, de acordo com o diretor, seguirão sendo pesquisadas
O maior número de casos foi registrado em Pernambuco (268), primeiro estado a identificar aumento de microcefalia em sua região. Em seguida, estão os estados de Sergipe (44), Rio Grande do Norte (39), Paraíba (21), Piauí (10), Ceará (9) e Bahia (8). A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) informou ao CORREIO na última semana que 13 casos foram registrados na Bahia.

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