
A Justiça de São Paulo condenou o jornalista Paulo Henrique Amorim a pagar indenização de R$ 30 mil a Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto por danos morais. Ele foi acusado de chamar o autor da ação de “Paulo Afro-descendente” e divulgar seu endereço residencial em São Paulo, no blog Conversa Afiada. O juiz Daniel Luiz Maia Santos, da 4ª Vara Cível de São Paulo, classificou o trocadilho como “atitude discriminatória”. A ação foi movida em outubro de 2010 pelo ex-diretor de Engenharia de Desenvolvimento Rodoviário S.A (Dersa) contra o jornalista que publicou a foto do prédio em que reside junto com o endereço. Junto com a foto, o Amorim publicou que “lá, apesar de seu salário de funcionário público do governo de São Paulo, de não ser herdeiro de nenhuma fortuna e nem ser tido como um homem rico, vive o engenheiro Paulo Vieira de Souza, o 'Paulo Preto', ou o Paulo 'Afro-descendente'".
O autor da ação pedia R$ 100 mil de indenização pelo texto de Amorim que noticiavam o suposto envolvimento na receptação de uma jóia furtada, por recebimento de valores da empresa responsável pelas obras do Rodoanel, divulgação do endereço residencial e caráter discriminatório e racista das matérias. O nome de Paulo Preto, na época, estampou as páginas de diversos veículos de comunicação após a afirmação da então candidata à presidência Dilma Roussef que ele havia “sumido com R$ 4 milhões da campanha de José Serra, candidato a presidência pelo PSDB. O próprio partido tucano já havia acusado-o anteriormente por arrecadar dinheiro de empresários em nome do PSDB e não entregá-lo para o caixa da campanha. Ele era responsável por grande parte das obras viárias em São Paulo e foi demitido oito dias depois de ter inaugurado o trecho sul do Rodoanel.
A defesa da Paulo Henrique Amorim alegou que o jornalista atuou de forma “sóbria e ética” e que apenas reproduziu a reportagem da receptação de jóias de outro veículo de notícias.
O autor da ação pedia R$ 100 mil de indenização pelo texto de Amorim que noticiavam o suposto envolvimento na receptação de uma jóia furtada, por recebimento de valores da empresa responsável pelas obras do Rodoanel, divulgação do endereço residencial e caráter discriminatório e racista das matérias. O nome de Paulo Preto, na época, estampou as páginas de diversos veículos de comunicação após a afirmação da então candidata à presidência Dilma Roussef que ele havia “sumido com R$ 4 milhões da campanha de José Serra, candidato a presidência pelo PSDB. O próprio partido tucano já havia acusado-o anteriormente por arrecadar dinheiro de empresários em nome do PSDB e não entregá-lo para o caixa da campanha. Ele era responsável por grande parte das obras viárias em São Paulo e foi demitido oito dias depois de ter inaugurado o trecho sul do Rodoanel.
A defesa da Paulo Henrique Amorim alegou que o jornalista atuou de forma “sóbria e ética” e que apenas reproduziu a reportagem da receptação de jóias de outro veículo de notícias.
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